É difícil dar uma opinião depois de ler tantos discursos polarizados sobre essa obra de ficção, mas faço impulsionada por um ponto de vista bem peculiar. No primeiro momento, confesso que desisti de assisti-lo pois logo nos primeiros minutos entendi ser um filme linear, superficial, sem nenhum plot twist, bem comercial. Deve-se assisti-lo sem pretensão nenhuma, como quem assisti a um filme de sessão da tarde. Contudo, não me surpreendi ao perceber traços de heroísmo feminino, já que os discursos atuais dos contos de fadas são totalmente de desconstrução dos clássicos, invertendo os valores patriarcais com os quais foram apresentados a nós. Essa tendência é tão natural quanto os ciclos da natureza, não entendo porque tantas pessoas se incomodam com isso. Embora tenha muitas cenas forçadas que chega a dar raiva e nos fazer pensar que tal cena seria impossível na vida real, não devemos nos esquecer de que estamos no mundo da fabulação, da FICÇÃO, onde tudo é possível, inclusive as "marmeladas" e isso traz a diversão do filme. Todavia, o que me chamou a atenção (spoiler) é a cena final, onde o dragão fêmea voa ao lado da protagonista, evidenciando ser o arquétipo da princesa que ele mesmo ajudou a construir. A mensagem que eu encontrei no filme foi de resiliência, superação, força, transformação e, claro, sempre lembrar de que o ser humano é o maior predador do planeta Terra.
O MISTÉRIO DOS CINCO ESTRELAS 6s ANOS
OIA DO LIVRO “O MISTÉRIO DO CINCO ESTRELAS” – 1º TRIMESTRE Objetivo: Avaliar a compreensão dos alunos referente a leitura do livro o Mistério do Cinco estrelas. Orientações: as respostas deverão ser redigidas com clareza no espaço indicado; há somente uma resposta correta nas questões objetivas; a interpretação do enunciado é parte integrante da avaliação; não utiliza corretivo (branquinho) na folha de OIA. São muitas as aventuras para um livro de só 128 páginas, não é? Veja este trecho e responda o que se pede: “Leo voltou e tocou a campainha do 222. Desta vez o hóspede não abriu de imediato a porta. Antes que o fizesse, o bellboy ouviu ruídos. ‘Quem é?’ – perguntou o Barão, o que nunca fazia. A porta abriu um pouco e lentamente, o suficiente apenas para mostras o rosto do hóspede. O Barão, muito rápido, como um doente, teimava em sorrir, mas não devia estar bem porque suas mãos, trêmulas, deixaram cair os jornais”. ...
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